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Com a bomba na cabeça, acrílica sobre tela, 115x81cm, 1986. Acervo UFPB

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Da série Anotações sobre pintura, acrílica sobre cartão, 115x120cm, 2008

Alice Vinagre

Alice de Faria Vinagre
João Pessoa-PB, 1950. Vive e trabalha em Recife e João Pessoa.

Artista plástica. Graduação em Pintura (EBA/UFRJ, Rio de Janeiro, 1984). Exposições individuais e coletivas no Brasil: Recife, Natal, São Paulo, João Pessoa, Brasília, Olinda e Rio de Janeiro; e no exterior: França, Alemanha, Equador e Japão. Prêmios: IX Salão Nacional de Artes Plásticas (Funarte, Rio de Janeiro); 39º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco; VI Salão Arte Pará (Belém-PA); e, Menção Especial no Salão de Arte de Pernambuco (Recife, 1988). Bolsa de Estudos na Alemanha (obtida durante o Workshop Brasil-Alemanha, através da Associação Teuto-Brasileira e Instituto Goëthe). Uma mostra com o resultado deste workshop percorreu o MAC (São Paulo); Paço Imperial (Rio de Janeiro); Centro de Criatividade de Curitiba; MARGS (Porto Alegre); e, Funesc (João Pessoa). Acervos: MNBA e Funarte (Rio de Janeiro); Fundação Joaquim Nabuco (Recife); Fundação Rômulo Maiorana (Belém-PA); Pinacoteca da UFPB e Funesc (João Pessoa); Museu do Estado (Recife); Grupo Energisa (Rio de Janeiro). No CAVT (João Pessoa, 1994-99), ministrou cursos de Pintura e desenho, e orientou, em 1999, um workshop sobre novos materiais de pintura. Durante a Sommerakademie, (Freie Kunstschule Berlin, Alemanha, 1998), ministrou oficina de materiais artísticos naturais; e, de pintura no Festival de Inverno (Garanhuns-PE, 2003 e 2005). Em 2008, publicou o livro Azul [FMC/Funjope, edição 2006], com apresentação de Moacir dos Anjos (crítico de arte pernambucano).

“Alice Vinagre tem trabalhado no campo impreciso em que desenho e pintura se confundem e se tornam quase coisa única. Por vezes são as superfícies de cor densa que parecem querer ofuscar as linhas nelas superpostas, enfraquecendo, desse modo, a intenção narrativa do desenho; noutras, é o interesse pelas histórias traçadas que afastam o olhar do que foi pintado e faz da pintura apenas fundo. Menos por indecisão da vontade do que por interesse repartido, a artista tem mantido, com continuado vigor ao longo dos anos, a tensão em uma obra que afirma o poder cognitivo do fragmento e que recusa a noção de completude. Tais questões, que são menos locuções da forma plástica que de uma ética de vida, articularam, de modo condensado e potente, a instalação que Alice Vinagre apresentou, em 1998, no Convento de Santo Antônio, construção barroca do século XVIII que integra o Centro Cultural São Francisco, em João Pessoa.”

fonte: [http://www.alicevinagre.com.br; outros catálogos]

IX Salão Nacional de Artes Plásticas (Funarte, Rio de Janeiro); 39º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco; VI Salão Arte Pará (Belém-PA); e, Menção Especial no Salão de Arte de Pernambuco (Recife, 1988)

MNBA e Funarte (Rio de Janeiro); Fundação Joaquim Nabuco (Recife); Fundação Rômulo Maiorana (Belém-PA); Pinacoteca da UFPB e Funesc (João Pessoa); Museu do Estado (Recife); Grupo Energisa (Rio de Janeiro)

Azul (FMC/Funjope, edição 2006)

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