Celina Fontoura

João Pessoa-PB, 1902 – Curitiba, 1971.

Gravadora naif. Autodidata. Começou a fazer gravuras em 1963. É uma das poucas gravadoras primitivas no Brasil. Sua obra é de uma pureza ímpar, ingênua, infantil. Fala de um mundo de religiosa fantasia. As paisagens, fachadas de igrejas, revoadas e flores brotam de um construtivismo naif, num desdobramento frontal e subdividido dos planos. Celina usou a técnica do metal de uma maneira muito simples e muito pessoal. Seu instinto criador nos presenteia com uma obra firme sem supérfluos. Obra que de tão leve é rara. É exemplar precioso da tendência naif da gravura em metal brasileira. Participou dos XXII e XXIII Salão Paranaense de Belas Artes (Curitiba, 1965 e 1966); XX e XXI Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte (1965 e 1966, Prêmio Aquisição em 1965); Religiosidade brasileira (Londrina-PR, 1965); XV Salão de Artes Plásticas(Salvador, 1966); XXIII SPAR (Salvador, 1965 e 1968, Medalha de bronze em 1965 e Prêmio Aquisição em 1968). No V Fenart (Funesc, 1997), foi homenageada com Sala Especial, com curadoria da professora Liana Chaves (Depto. de Artes Visuais/UFPB).

fonte: [informações da Profª Liana Chaves]

XXII e XXIII Salão Paranaense de Belas Artes (Curitiba, 1965 e 1966); XX e XXI Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte (1965 e 1966, Prêmio Aquisição em 1965); Religiosidade brasileira (Londrina-PR, 1965); XV Salão de Artes Plásticas(Salvador, 1966); XXIII SPAR (Salvador, 1965 e 1968, Medalha de bronze em 1965 e Prêmio Aquisição em 1968)

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