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Foto de Adriano Franco, 2008
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S/T, acrílica sobre tela, 130x90cm, 1993. Acervo Funesc

Chico Dantas

Francisco Dantas Filho
Santa Luzia-PB, 1950. Vive e trabalha em João Pessoa.

Artista plástico, videomaker e designer de couro. Autodidata. Foi presidente da Associação dos Artistas Plásticos Profissionais da Paraíba (1983-85) e, desde 1983, tem ministrado cursos de pintura e desenho em instituições e festivais de arte pelo Nordeste. Diretor da Galeria Archidy Picado (Funesc, João Pessoa, 1983-90). Possui obras nos acervos da Fundação Bienal de São Paulo, Espaço Sebrae (Brasília e João Pessoa), Usina Cultural Energisa, Pinacoteca da UFPB, Centro de Arte de São João da Madeira (Portugal), Gesto Cooperativa Cultural e Cooperativa Árvore (Porto, Portugal). Realizou exposições em Natal, Recife, São Paulo, Rio de Janeiro, Olinda, Teresópolis, Maceió e Brasília, e, em Portugal, nas cidades de Tondela, Porto, Alentejo e Valongo. Recentemente, participou da XV Bienal de Cerveira (Vila Nova de Cerveira/Portugal, 2009). Desenvolve pesquisas com vídeo e fotografia.

“Há muito longe da terra natal, o hoje cosmopolita Chico Dantas é um híbrido de artesão e artista conceitual, de prática e de teoria. Sobre a ‘morte’ da pintura, não hesita em vaticinar: ‘A pintura só morreu nos padrões da arte moderna, mas, o que chamamos de arte contemporânea amplia o conceito de pintura, desenho etc., quando incorpora os elementos do mundo como significante e não somente como significado’. E, já pensava assim quando apresentou, em 1981, na XVI Bienal de São Paulo, o livro de artista Execução sumária, segundo ele próprio: ‘um livro desmontável, instalável e espectável, em que o uso do asfalto dissolvido – material ordinário, sujo e malcheiroso – reflete o caráter sumário da impressão que se revela mais pela ação mordente do solvente e pela expansão dos componentes oleosos do que por qualquer relevância. Repete-se insistente contrastando com a diversidade dos papéis que agregam valores cromáticos, de textura e formato às páginas. A imagem-texto traz ordenados os nomes próprios dos papéis que, por razões técnicas dos fabricantes ou pelo uso a que se destinam, aglutinam os mais variados significados e que remetem o leitor-espectador à má condição de parte integrante do contexto, desde que se considere qualquer escala de relação como satisfatória para a semelhança’.”  (Dyógenes Chaves, ABCA/AICA)

fonte: [catálogos do artista]

Fundação Bienal de São Paulo, Espaço Sebrae (Brasília e João Pessoa), Usina Cultural Energisa, Pinacoteca da UFPB, Centro de Arte de São João da Madeira (Portugal), Gesto Cooperativa Cultural e Cooperativa Árvore (Porto, Portugal)

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