Euclides Villar

Taperoá-PB, 1893 – Campina Grande-PB (década de 1970).

Fotógrafo. Não se sabe com quem aprendeu o ofício de fotógrafo (ele era farmacêutico). É provável que tenha trocado ideias com o fotógrafo João Dias que lhe comprava produtos para seus serviços de laboratório. Na época, os químicos usados na revelação de negativos e os papéis fotográficos eram encontrados em farmácias e preparados pelo próprio fotógrafo. A primeira loja de material fotográfico só foi aberta em Campina por volta de 1939, pelo pernambucano Inácio Siqueira, que, ao lado de João Dias e Euclides Villar, fazia parte dos primeiros fotógrafos a atuar em Campina Grande. Segundo Bertrand Lira, “encontramos retratos de autoria de E. Villar nos álbuns da família Maia Suassuna e Almeida Gomes”, reforçando as informações de seu filho, Ernani ViIlar, sobre a itinerância do pai fotógrafo: “era meio cigano tantos foram os lugares que ele morou. Em 1928, ele transferiu-se para o Recife; no ano seguinte mudou-se para Floresta dos Leões, atual cidade de Carpina; depois esteve em Garanhuns, até que em 1931 volta para Campina Grande e compra o Foto de João Dias.” Charadista, E. ViIlar editou em 1933 um almanaque da cidade de Campina Grande que foi, ao que tudo indica, o primeiro e último. Também colaborou com a revista Era Nova, edição centenária (Parahyba, 1922).

fonte: [Fotografia na Paraíba, Bertrand Lira, Universitária, João Pessoa, 1997]

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