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S/T, acrílica sobre tela, 100x100cm, 1989. Acervo Funjope

Jozildo Dias

Jozildo Dias Paredes
João Pessoa-PB, 1963. Vive e trabalha em Brasília.

Artista plástico. Frequenta o atelier do NAC/UFPB (1985-1987). Integra o grupo Jaguaribe Carne de Estudos (João Pessoa, 1974). Colabora no suplemento infantil O Pirralho (jornal A União, 1977-1980). Exp. ind.: Docinho de coco (Biblioteca Central/UFPB, 1984); O vingador sanguinário (Galeria José Américo de Almeida, Theatro Santa Roza, 1987); Cuidado, meu bem: jacaré parado vira bolsa (CEF João Pessoa, 1988). Exp. col.: I Salão Comuníssimo de Artes Drásticas e Cínicas [10 anos do Jaguaribe Carne] (Galeria José Américo de Almeida, 1984); Novos artistas paraibanos (Oficina Guaianases, Olinda, 1986); Pintores na década de 80 (Galeria José Américo de Almeida, 1987); I Arte atual paraibana (Funesc, 1988); IV SAMAP – Prêmio (João Pessoa, 1990); II Arte atual paraibana (Funesc, 1990); II Paixão de Cristo em Art-Door [obra vetada] (João Pessoa, 1990).

“Explosão! Seria essa a ideia mais próxima para uma interpretação da pintura atual de Jozildo Dias. Não só pelo evento pictórico em si, mas da forma como o artista apresenta suas emoções num turbilhão de imagens que se condensam e se distorcem nas superfícies extrapolando à nossa retina, ilusões galácticas de profundezas e de aparentes signos. (…) Essa energia vibrante das suas cores e formas, independentes e descomprometidas com qualquer coisa que pareça decorativismo, são as ferramentas que estão contribuindo para a construção de uma dimensão pessoal na arte paraibana, que se junta a outras expressões defensoras de uma arte comprometida com o olhar e a inteligência, distante das emoções simplórias que vêem na arte apenas instrumento de deleite ou exposição das causas sociais.” (Chico Pereira, ABCA)

fonte: [catálogo II Arte atual paraibana, Funesc, 1990; outros catálogos]

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