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Galeria Cilindro, Campina Grande, 2006
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S/T, desenho sobre papel, 66x98cm, 2002. Acervo Funesc

Júlio Leite

Júlio César Leite Imperiano
Campina Grande-PB, 1969. Vive e trabalha em Campina Grande.

Artista visual. Graduação em Comunicação Social [Jornalismo] (UEPB, 2000). Realizou estudos de Desenho, pintura e gravura na Escolinha de Arte do Recife (1987-88), e no Museu de Arte Contemporânea (Olinda, Pernambuco). Foi professor substituto da UFCG (Campina Grande, 2002-2005), momento em que se dedica à pesquisa e orientação de projetos em arte urbana, vídeo, fotografia, arte e tecnologia. Em 2004 cria e dirige a Galeria Cilindro [Site specific] em Campina Grande, em que se utiliza de um caixa do Banco do Brasil, na Praça da Bandeira, e o transforma em galeria de arte. Participou de exposições no Brasil e exterior: Salão de Arte Contemporânea de Pernambuco (1989); Mostra Internacional de Art-Mail (Casa do Olhar, Santo André-SP, 1994); Salão de Arte Pará (Belém, 1999 e 2008);Alguma coisa a ver com o silêncio (MAC Olinda, 2000); Projeto Prima Obra (Sala Guimarães Rosa/Funarte Brasília, 2001); Experimental(Centro Cultural Dragão do Mar, Fortaleza); Temporada de exposições(Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2003); Projeto artista invasor(Centro Cultural Dragão do Mar, 2006); Atos visuais (Funarte Brasília, 2006); Croma (CCBNB, Sousa-PB, 2008); Fora do eixo (Brasília, 2009); X Bienal Internacional de Havana (2009); V Bienal Internacional Vento Sul (Curitiba, 2009); Vídeo urgente (Galeria Cilindro, Campina Grande, 2009); 60º Salão de Abril (Fortaleza, 2009); SPA de Artes Visuais(Recife, 2009); Obranome (EAV/Parque Lage, Rio de Janeiro, 2009); Zona de fronteira (CCBNB Fortaleza, 2010); Futebol de salão – a coletiva (Lurix Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, 2010).

“Artista plástico dos mais inquietos, Júlio Leite deu seus primeiros passos, literalmente, no Museu de Arte Assis Chateaubriand, em Campina Grande, e entre tantas outras crianças. Mas, vai logo afastando qualquer bairrismo, segundo ele ‘Campina Grande tinha uma arte que predominava um surrealismo de péssimo gosto, muito mal feito’. Percebendo as limitações da cidade, foi morar em Recife na casa de uma tia, por coincidência, vizinha do artista Gil Vicente, de quem se tornou amigo e aprendiz no Museu de Arte Contemporânea, de Olinda. Lá ficou pouco tempo, mas o suficiente para descobrir a Escolinha de Arte do Recife, o ateliê de cerâmica da UFPE, e fazer contato com os artistas Raul Córdula, Odilon Cavalcanti, Luciano Pinheiro, e o pessoal do grupoCaraspanambuco: José Patrício, Alexandre Nóbrega e Marcelo Silveira. (…) Sobre sua formação profissional, Júlio diz: ‘minha geração utilizava apenas meios tradicionais como a pintura, por exemplo, que foi o grande vetor dos anos 80. O engraçado é que fui usar a encáustica em algumas obras nesse período e, acho, isso já evidenciava a minha busca pelo experimentalismo. Mas, eu adorava era o vigor da pintura de Iberê Camargo e a leveza da pintura de Arcângelo Ianelli, também, as esculturas e os desenhos de Amílcar de Castro. Tive e continuo tendo influências (embora, isso dependa muito de cada momento) dos artistas Yves Klein, Barnett Newman, Mira Schendell, Anish Kapoor e dos minimalistas Carl André e Donald Judd, além de Joseph Beuys, claro’.” (jornal O Norte, 17/08/2006)

fonte: [catálogos do artista]

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